Bruno Oliveira

China testa ônibus que cobram a tarifa ao reconhecer o rosto do passageiro


 Cidades da China fazem testes para que os passageiros paguem a tarifa de ônibus apenas mostrando o rosto ao embarcar. Ao reconhecer o usuário, o sistema faz a cobrança, a partir dos dados bancários de cada pessoa.


Neste mês de janeiro, dois coletivos com a tecnologia começaram a testar esse modelo em Jinhua, cidade de 5 milhões de pessoas no leste do país, segundo o jornal People's Daily.


Para se cadastrar, os usuários precisam baixar um aplicativo, fazer o cadastro e enviar um selfie. A câmera no ônibus faz o reconhecimento da imagem em um segundo. O equipamento fica próximo ao motorista. Não há catracas nos veículos.


Também em janeiro, a cidade de Xangai anunciou que começará a testar uma frota de ônibus panorâmicos nos quais os turistas liberam sua entrada mostrando o rosto, sem precisar de um tíquete, de acordo com a agência Xinhua.


Nas linhas municipais, Xangai avança no uso de QR codes. Nesse modelo, o usuário baixa um aplicativo, cadastra seus dados bancários e gera um código, a ser apresentado na hora de pagar. Cada passagem é cobrada automaticamente, como se fosse uma compra online.


Um dos aplicativos que permite gerar o código para pagar o ônibus é o WeChat, serviço chinês de conversas similar ao WhatsApp, mas que possui mais funções.


Em São Paulo, os ônibus já possuem câmeras nas catracas, hoje usadas para combater fraudes como o uso de cartões de idosos por pessoas mais jovens. Com um bom software de reconhecimento facial, elas poderiam ser reconfiguradas para liberar a passagem.

Com informações de Rafael Balago da Folhapress



últimas

  1. Edições falsas do Washington Post com notícia de saída de Trump são distribuídas nos EUA
  2. Polícia descarta tentativa de execução em caso de deputada que teve carro baleado
  3. México se oferece para mediar diálogo entre Maduro e oposição venezuelana
  4. Covas revoga ordem que proibia servidor de alimentar animais em cemitérios de SP
  5. Ex-ministro da Saúde é acusado de favorecer empresas em compra de remédios
On Top